
O ex-presidente da União dos vereadores de Alagoas e vereador por Arapiraca, Fabiano Leão, disse em nota que o impacto destes reajustes no bolso do consumidor será catastrófico.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira, 23, o Reajuste Tarifário Anual de 2023 de 17,59% nas tarifas da Equatorial Alagoas, que fornece energia nos 102 municípios do Estado. Os novos valores passam a valer a partir de 28 de maio.
Para o vereador pelo menos em Arapiraca a empresa não se comporta como devia e causa transtornos aos seus usuários e consumidores e que este reajuste é um "tapa na cara de todos", pelas inúmeras reclamações vinculadas a empresa pelos consumidores arapiraquenses.
Fabiano Leão foi um dos vereadores arapiraquenses que convocaram a sociedade de Arapiraca para audiência pública que discutiu a qualidade dos serviços da Equatorial Alagoas, em janeiro deste ano.
Uma das questões que foram debatidas durante a audiência foram as deficiências no fornecimento de energia e no atendimento aos usuários no município, o vereador alegou que inúmeras denuncias dos usuários chegam ao conhecimento do poder legislativo e que precisavam ser esclarecidas pela distribuidora.
Segundo Fabiano Leão, alguns consumidores registraram em vídeo e denunciaram a portais de notícias de Arapiraca inspeções realizadas durante o horário da madrugada, e principalmente sem a presença dos responsáveis, impedindo desta forma o acompanhamento por parte dos clientes, o que levantou dúvidas quanto ao tipo de serviços que foram executados, acrescenta o parlamentar.
"Os consumidores arapiraquenses podem contar comigo para juntos, lutarmos pela melhoria nos serviços prestados pela empresa e pelo fiel cumprimento do que trata a legislação vigente", disse Fabiano Leão.
Sobre este aumento divulgado na última terça-feira (23), o vereador destaca que para os consumidores, o reajuste representa um impacto direto no orçamento familiar, já que a conta de energia elétrica é uma das despesas essenciais. A alta nas tarifas preocupa especialmente as famílias de baixa renda, que precisam gerenciar seus gastos de forma mais restrita.