
Com a aproximação do pleito eleitoral de outubro, questionamos o ex-vereador por Arapiraca, Pastor Marcos Caetano, para uma breve explanação sobre as eleições gerais. É correto afirmar que escolher os nossos candidatos é a prova concreta da democracia e da cidadania. O direito ao voto é uma das principais conquistas da população brasileira. É preciso ter consciência e conhecimento sobre cada um dos postulantes a cargos públicos para votarmos bem.
Perguntado sobre o "voto do cristão", o ex-parlamentar foi claro ao afirmar que "Vivemos em um estado democrático de direito, e o cristão é, além de um religioso, cidadão livre para votar e ser votado. O que ele deve levar em consideração são as propostas e os projetos dos candidatos que muitas vezes divergem dos padrões cristãos. Para os cristãos quem defende o aborto está fora de cogitacão. E outras ideologias pontuais que são anti éticas e anti democráticas", destacou Marcos Caetano.
A realização das Eleições gerais se aproxima, e, com ela, aumenta a expectativa de mudanças no cenário político do Brasil. Muitos eleitores, entretanto, não acreditam ser possível mudar a história do país e insistem na ideia de que a corrupção é inerente à política brasileira. Todavia, as eleições deste ano determinarão o futuro de cada estado e do Brasil para os próximos quatro anos, motivo pelo qual é fundamental que cada eleitor faça a sua opção de modo consciente e com seriedade.
Nesse contexto, é necessário entender que a República Federativa do Brasil constitui-se em Estado democrático de direito no qual “todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente” (art. 1º, parágrafo único, da Constituição Federal de 1988). Assim, o sentido da democracia está na possibilidade de o cidadão exercer a soberania popular, que se concretiza pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto na escolha dos governantes. Daí, o eleitor tem em suas mãos um importante instrumento de mudança política e social: o voto.
"Vale salientar que a liberdade de expressão é um direito constitucional e muitos políticos querem a todo custo regulamentar. O cristão verdadeiro saberá escolher seu representante sem sombras de dúvidas. Só temos um único dia para escolhermos nossos representantes, se erramos não teremos volta". finalizou o religioso.