
Acompanhe a entrevista:
Segundo da Notícia: O que motivou sua defesa pública pela inclusão de novos nomes na política local?
Leandro Muniz:
A política em Arapiraca precisa refletir a pluralidade da nossa população. Temos jovens, empreendedores, educadores, profissionais da saúde e diversos agentes sociais com grande potencial, mas que ainda encontram barreiras para ingressar no debate político. Minha defesa é para abrir portas, ampliar vozes e valorizar quem já trabalha pela cidade, mas ainda não está presente nos espaços de decisão.
Segundo da Notícia: Na sua percepção, o que mais impede essa renovação?
Leandro Muniz:
O principal obstáculo é a falta de incentivo. Muitas lideranças comunitárias têm vontade, mas não têm preparo técnico, apoio partidário ou conhecimento dos processos. Além disso, existe uma cultura política que, por vezes, prioriza grupos tradicionais. A mudança passa por formação cidadã, fortalecimento das bases e transparência
Segundo da Notícia: Como a comunidade tem recebido essa pauta?
Leandro Muniz:
De forma muito positiva. Quando defendemos novos nomes, não estamos falando apenas de pessoas, mas de novas propostas, novas soluções e novos olhares. A população quer ser ouvida e percebe que a inserção de lideranças locais é um caminho para aproximar a política do dia a dia das pessoas.
Segundo da Notícia: Qual o papel dos movimentos comunitários nesse processo de renovação?
Leandro Muniz:
Esses movimentos são fundamentais. Eles conhecem as demandas reais da comunidade, participam ativamente dos bairros e têm a sensibilidade necessária para propor políticas públicas eficazes. Quando fortalecemos esses grupos, fortalecemos a democracia. A renovação começa na base.
Segundo da Notícia: Você acredita que Arapiraca está pronta para essa mudança?
Leandro Muniz:
Sim. A cidade está em constante crescimento e precisa de uma política moderna, participativa e conectada às novas realidades. O cenário atual mostra que há espaço para ideias inovadoras e para lideranças com vontade de trabalhar pelo coletivo. É uma oportunidade histórica de construir um futuro mais inclusivo.
Segundo da Notícia: Que mensagem final você deixa para quem deseja ingressar na vida pública?
Leandro Muniz:
Não espere convite. Comece na sua comunidade, participe de conselhos, movimentos sociais, debates públicos. A política precisa de pessoas comuns fazendo coisas extraordinárias. E Arapiraca só tem a ganhar com novos nomes, novas ideias e novos caminhos.
Segundo da Notícia: Existe um sentimento na população de que a política precisa de renovação?
Leandro Muniz:
Sem dúvida. A comunidade tem participado mais e cobrado mais. Há um desejo de ver pessoas comuns, que vivem os desafios da cidade, assumindo protagonismo. Quando converso com moradores de bairros e povoados, percebo que eles querem algo novo, mas novo com responsabilidade e compromisso social.
Segundo da Notícia: Muito se comenta sobre a possibilidade de você lançar uma candidatura nas próximas eleições. Isso já está no seu radar?
Leandro Muniz:
É algo que venho refletindo com bastante seriedade. Não posso negar que muita gente tem incentivado, e isso é motivo de gratidão. Mas qualquer decisão precisa ser tomada com responsabilidade e diálogo. Se for da vontade da comunidade e se eu sentir que posso contribuir verdadeiramente com Arapiraca, uma candidatura é, sim, uma possibilidade real.
Segundo da Notícia: Caso você decida concorrer, qual cargo estaria mais alinhado ao seu perfil e às suas pautas?
Leandro Muniz:
Meu foco sempre foi o trabalho de base, então um mandato legislativo faria sentido, especialmente o de vereador. É onde a proximidade com a população é maior. Mas ainda é cedo para definir. O importante é que, se eu entrar, será para trabalhar com coerência, transparência e prática.
Segundo da Notícia: Você pretende apoiar outros nomes nas próximas eleições, seja para vereador ou deputado?
Leandro Muniz:
Depende. Se existirem pessoas comprometidas com a cidade, com propostas sérias e alinhadas ao desenvolvimento social, terão meu apoio. Não acredito em política individualista. Acredito em fortalecer uma rede de líderes que pensem no coletivo. Meu critério é simples: compromisso, trabalho e responsabilidade com o povo. Mas antes quero levar meu nome a análise da sociedade e do meu reduto eleitoral.