
Sendo a Política uma Ciência que estuda toda e qualquer relação de poder, cuja fórmula é inexata, ela não permite a quem quer que seja arriscar palpites quanto a resultados, principalmente se imediatos. Mas "se o diagnóstico for demorado, o remédio pode chegar tarde", disseram alhures.
Tomando o que acima está escrito como base, existe quem arrisque o "palpite" de que: população e eleitores arapiraquenses, vão cobrarem os resultados da apuração de fatos que resultaram na CPI do Lixo que aí está se "arrastando" a dias, tanto dos vereadores do grupo (dos 10) quanto dos outros 9, que também acompanham o desenrolar da "complexa" CPI.
Ao decidirem investigar e questionar possíveis práticas danosas contra o patrimônio público do povo de Arapiraca (caso existam), por gestores do município, criaram expectativas de resultados na mentalidade coletiva dos arapiraquenses, deixando-os ansiosos pelo desfecho das investigações trazidas à luz das discussões, em forma de CPI em plenário.
Mesmo existindo muitas pessoas que vem acompanhando os fatos, confundindo a possibilidade do mudar de opinião ou voltar atrás em uma decisão com traição, se faz necessário informar a população que, todas as discussões pertinentes ao poder Legislativo local, tem tudo a ver com os 19 vereadores. Se o grupo de (os 10) vai se manter unido ou não, é um problema à parte.
E para quem está pensando em "abandonar" não só seus grupos, seja de de 10 ou de 9, deixando para trás a defesa dos interesses do povo que estão sendo discutidos em sessões públicas na Câmara Municipal de Arapiraca, atente para um ditado muito utilizado no meio político que "reza" o seguinte: a política convive com a traição, mas não aceita os traidores.
Os vereadores pode formarem quantos grupos quiserem, desde que separe seus interesses políticos dos interesses do povo. O que não pode de jeito nenhum, é essa CPI não cumprir o papel para qual foi instaurada, vindo acabar em pizza ou na "lata do lixo" da história da política arapiraquense.