
Após decidir seguir carreira solo abandonando o grupo político que hoje governa o estado, Luciano Barbosa (até agora no MDB), mesmo fazendo uma administração razoável, vem contabilizando derrotas no "ringue" da política arapiraquense.
Ao apagar das luzes de 2022, viu a reeleição do vereador Tiago ML (que não faz parte da base do seu governo), para presidente da Câmara Municipal biênio 2023/2024, como um mau presságio para sua reeleição a prefeito em 2024. Comenta-se que legislativo e executivo no município, já não vivem mais aos "abraços e beijos" como antigamente.
Já ao acender das luzes de 2023, tomou outra "invertida" com a derrota do candidato à presidência da FACOMAR- Federação das Associações Comunitária de Moradores de Arapiraca, que tinha sua "simpatia" e apoio.
E para piorar ainda mais, as supostas denuncias de mau versão com dinheiro público nas pastas de infraestrutura e limpeza pública, vem resultando em CPIs na Câmara Municipal. Isso faz com que o atual gestor viva dias de incerteza, quanto ao seu futuro político.
Dizem que com seu jeito "egocêntrico" de administrar e fazer política, o prefeito Luciano afasta-se cada vez mais do apoio das "máquinas" estadual e federal, no tocante a parcerias em políticas públicas para o município.
Não tendo mais os caminhos do Palácio dos Martírios nem do Planalto central abertos, pelos quais transitava com facilidade em suas duas gestões passadas, Luciano vem se perdendo nas "estradas" da política alagoana.
Segundo "reza" um adágio popular que: "quem quer ser mais do que é, fica pior do que está!". Vamos esperar cenas dos próximos capítulos. Na política tudo pode acontecer, inclusive nada!