
O processo que julga o assassinato do auditor-fiscal João de Assis Pinto Neto, morto em agosto deste ano, já tem a manifestação do Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL). A 42ª Promotoria de Justiça, com atuação no 3º Tribunal do Júri da Capital, ofertou denúncia contra os irmãos Ronaldo Gomes de Araújo, Ricardo Gomes de Araújo da Silva, João Marcos Gomes de Araújo, também de Maria Selma Gomes Meira (mãe), além de Vinicius Ricardo de Araújo Silva, esses últimos sendo partícipes prestando apoio moral, visando garantir o sucesso da execução do homicídio, segundo o MP-AL.
Sobre o adolescente envolvido, que era funcionário do estabelecimento, foi enviada cópia do inquérito para a Vara da Infância e da Juventude com competência para julgar. De acordo com o MP, Ronaldo e Ricardo foram os responsáveis pela sessão de violência a qual foi submetida à vítima, executada por meio cruel, consistente na multiplicidade de lesões, enquanto os demais foram partícipes na execução. Os acusados foram denunciados por homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver e corrupção de menor.