
Após falar pela primeira vez depois de ter sido baleada durante uma suposta tentativa de latrocínio, em Maceió, no último dia 20, a motorista de aplicativo Alayne da Silva Oliveira, de 28 anos, revelou em depoimento reproduzido pela assessoria de comunicação do Hospital Geral do Estado (HGE) que precisou se fingir de morta para tentar enganar os criminosos e ter alguma chance de sobreviver aos tiros. Após ser baleada no final da noite do dia 20, ela passou cerca de 8 horas amarrada dentro de um canavial localizado a cerca de seis quilômetros da Usina Cachoeira do Meirim, até ser encontrada com vida na manhã do dia 21.
Segundo relatos de Alayne, ela foi alvo de criminosos que teriam anunciado um assalto e, após tentarem matá-la, abandonaram-na em uma estrada de barro. De acordo com a paciente, ela tinha iniciado a corrida por meio de um aplicativo de transporte, quando os envolvidos no crime a renderam durante o trajeto. Após receber os disparos, ela lembra que fingiu estar morta para tentar escapar da emboscada. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de Alagoas (PC/AL).