
Segundo dizem alguns analistas da política alagoana, que com o mistério da "desidratação" da pré-candidatura de Rodrigo Cunha (UB), a "normose" da de Rui Palmeira (PSD) e a "duvidosa" candidatura de Régis Cavalcante (Cidadania), fazem com que o atual governador Paulo Dantas (MDB) e o senador Fernando Collor (PTB), se vejam em um 2° turno disputando o governo de Alagoas.
Afirmam uns que o motivo que vem gerando este "nó" cego, está na arrrumação de interesses dos tidos por "donos" de partidos políticos em Alagoas, quando da formação das federações partidárias para as eleições no estado, que vem contrariando as determinações dos "caciques" dos partidos da instância federal, repercutindo inclusive na política paulista, carioca e brasiliense.
Muitos que já sonhava "passeando" nos corredores da Assembleia Legislativa, "voando" para Brasília ou sentados na cadeira do Palácio República dos Palmares, não irão sobreviver o "processo" de desarticulação que já está em plena voga, até as convenções.
Enquanto cinco nomes brigam pela primasia dos votos dos eleitores alagoanos neste momento, tentando firmarem suas candidaturas ao governo do estado, o eleitor fica mais desconfiado e confuso. Pois as especulações são muitas, e ninguém sabe ainda de fato, quem vai para o que nestas eleições.